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Atravessamos um tempo em que tudo mudou, as nossas vidas e rotinas foram alteradas.

Mais do que nunca necessitamos de um fio condutor uma bússola que nos mantenha no rumo certo, mesmo que o horizonte ainda não esteja à vista.

Começar ou regressar ao Sādhanā pode ser a luz que te vai manter no caminho certo para os teus objectivos.

O termo Sādhanā só tem significado no contexto do Yoga. Implica um verdadeiro e consciente compromisso, por parte do estudante, no seu desenvolvimento interior.

O Sādhanā deve ser adaptado às características físicas, mentais e emocionais do praticante, Sadhaka.

Isso significa que cada estudante deve ter a sua própria prática.

A vida é uma Viagem

O Sādhanā é como uma grande viagem em que sabemos onde começamos, mas não onde e quando acaba.

Na verdade é a viagem da nossa vida.

O Sādhanā não torna o praticante num mero turista da própria vida, com um bilhete na mão, sempre pronto e rápido para embarcar entre dois destinos, ignorando o fluir e pulsar da vida entre estes dois pontos.

O Sādhanā é a viagem que transforma o praticante num experienciador, num vivenciador da vida, alguém que está disposto a saborear, a envolver-se e diluir-se com o pulsar da vida.

No Sādhanā o mais importante é sempre a viagem e não o destino. Num primeiro olhar, o Sādhanā parece um objectivo fora do radar de quem tem o seu normal dia a dia. Pode parecer algo como engolir um elefante vivo de uma só vez.

Esta sensação é alimentada pelo nosso impulso de progredir bem, depressa e intensamente, como uma onda avassaladora de explosão espiritual. Queremos praticar diariamente… meditar de manhã, praticar Ásana de tarde e Prãnãyãma ao fim do dia.

Tudo em doses King Size.

Pequenos passos, grandes distâncias

Para que o nosso esforço resulte, temos de colocar os pés na terra e ser metódicos. Com as devidas distâncias podemos usar, por exemplo, o processo de treino para quem pretenda correr a maratona.

A maratona são 42 quilómetros.

Quem pretenda realizar esta prova deve começar por dividir o treino:

  • Em pequenos blocos de 3 a 5 quilómetros.
  • Ajustar a carga de treino gradualmente, começando por duas vezes por semana.
  • Variar os estímulos de treino, dando prioridade à resistência com pequenos blocos de alta intensidade.
  • Não começa logo a treinar 20 ou 30 quilómetros por dia.

Isto parece óbvio a qualquer um. Mas por vezes, no Yoga, este bom senso evapora-se.

Por este motivo, temos de ser específicos sobre o que pretendemos do Yoga na nossa vida.

Isto é fundamental para simplificar e estabelecer critérios realistas e exequíveis para o Sādhanā.

  1. Tenha claro o que o motiva para a prática.
  2. Comece por dividir o Sādhanā harmoniosamente pelos dias da semana.
  3. Use o bom senso para que o seu objectivo seja realizável.
  4. Arranje critérios que possam ser mensuráveis para verificar como está a progredir.
  5. Determine quando deve começar o seu Sādhanā.
  6. Estabeleça um tempo limite para a prática.
  7. Tenha claro na sua consciência que o conforto e inteligência na prática é a chave para a sua harmonia interior.

Sem desculpas, tome as rédeas da sua vida

Não arranje desculpas para não tomar conta da sua vida.

Como, por exemplo, querer convencer-se de que não sobra tempo para se dedicar à família, profissão, etc., e em simultâneo implementar bons hábitos de vida.

Vivemos com o mundo no pulso, onde temos o relógio para regular artificialmente e arbitrariamente os ritmos da nossa vida.

Existimos dentro da nossa cabeça separados do corpo, alimentando continuamente círculos viciados de raciocínio que nos dão uma falsa sensação de segurança de sermos produtivos e gerirmos eficientemente uma vida atribulada.

Algures, num tempo não muito distante da nossa existência, compramos a patética ideia de que nós, seres humanos superiores, estamos acima dos ritmos biológicos que qualquer animal necessita para manter o seu equilíbrio e eficiência orgânica.

Ignoramos olimpicamente os ritmos orgânicos, internos e externos, que nos permitem o equilíbrio físico, mental e espiritual.

Esquecemos que o organismo humano fica encantado com rotinas e se desenvolve harmoniosamente quando come a horas certas,  faz exercício regularmente e respeita os ritmos de descanso.

Hoje mais que nunca necessitamos de começar o nosso Sādhanā, praticar Yoga, mergulhar nos nossos ritmos internos, expandir a consciência interior.

No fundo, necessitamos primeiro de nos amar a nós.

E só depois, talvez a nossa relação com os outros e com o mundo deixe de ser artificial.

Hoje é o dia para começar o seu Sādhanā.

Atravessamos um tempo em que tudo mudou, as nossas vidas e rotinas foram alteradas.

Mais do que nunca necessitamos de um fio condutor uma bússola que nos mantenha no rumo certo, mesmo que o horizonte ainda não esteja à vista.

Começar ou regressar ao Sādhanā pode ser a luz que te vai manter no caminho certo para os teus objectivos.

O termo Sādhanā só tem significado no contexto do Yoga. Implica um verdadeiro e consciente compromisso, por parte do estudante, no seu desenvolvimento interior.

O Sādhanā deve ser adaptado às características físicas, mentais e emocionais do praticante, Sadhaka.

Isso significa que cada estudante deve ter a sua própria prática.

A vida é uma Viagem

O Sādhanā é como uma grande viagem em que sabemos onde começamos, mas não onde e quando acaba.

Na verdade é a viagem da nossa vida.

O Sādhanā não torna o praticante num mero turista da própria vida, com um bilhete na mão, sempre pronto e rápido para embarcar entre dois destinos, ignorando o fluir e pulsar da vida entre estes dois pontos.

O Sādhanā é a viagem que transforma o praticante num experienciador, num vivenciador da vida, alguém que está disposto a saborear, a envolver-se e diluir-se com o pulsar da vida.

No Sādhanā o mais importante é sempre a viagem e não o destino. Num primeiro olhar, o Sādhanā parece um objectivo fora do radar de quem tem o seu normal dia a dia. Pode parecer algo como engolir um elefante vivo de uma só vez.

Esta sensação é alimentada pelo nosso impulso de progredir bem, depressa e intensamente, como uma onda avassaladora de explosão espiritual. Queremos praticar diariamente… meditar de manhã, praticar Ásana de tarde e Prãnãyãma ao fim do dia.

Tudo em doses King Size.

Pequenos passos, grandes distâncias

Para que o nosso esforço resulte, temos de colocar os pés na terra e ser metódicos. Com as devidas distâncias podemos usar, por exemplo, o processo de treino para quem pretenda correr a maratona.

A maratona são 42 quilómetros.

Quem pretenda realizar esta prova deve começar por dividir o treino:

  • Em pequenos blocos de 3 a 5 quilómetros.
  • Ajustar a carga de treino gradualmente, começando por duas vezes por semana.
  • Variar os estímulos de treino, dando prioridade à resistência com pequenos blocos de alta intensidade.
  • Não começa logo a treinar 20 ou 30 quilómetros por dia.

Isto parece óbvio a qualquer um. Mas por vezes, no Yoga, este bom senso evapora-se.

Por este motivo, temos de ser específicos sobre o que pretendemos do Yoga na nossa vida.

Isto é fundamental para simplificar e estabelecer critérios realistas e exequíveis para o Sādhanā.

  1. Tenha claro o que o motiva para a prática.
  2. Comece por dividir o Sādhanā harmoniosamente pelos dias da semana.
  3. Use o bom senso para que o seu objectivo seja realizável.
  4. Arranje critérios que possam ser mensuráveis para verificar como está a progredir.
  5. Determine quando deve começar o seu Sādhanā.
  6. Estabeleça um tempo limite para a prática.
  7. Tenha claro na sua consciência que o conforto e inteligência na prática é a chave para a sua harmonia interior.

Sem desculpas, tome as rédeas da sua vida

Não arranje desculpas para não tomar conta da sua vida.

Como, por exemplo, querer convencer-se de que não sobra tempo para se dedicar à família, profissão, etc., e em simultâneo implementar bons hábitos de vida.

Vivemos com o mundo no pulso, onde temos o relógio para regular artificialmente e arbitrariamente os ritmos da nossa vida.

Existimos dentro da nossa cabeça separados do corpo, alimentando continuamente círculos viciados de raciocínio que nos dão uma falsa sensação de segurança de sermos produtivos e gerirmos eficientemente uma vida atribulada.

Algures, num tempo não muito distante da nossa existência, compramos a patética ideia de que nós, seres humanos superiores, estamos acima dos ritmos biológicos que qualquer animal necessita para manter o seu equilíbrio e eficiência orgânica.

Ignoramos olimpicamente os ritmos orgânicos, internos e externos, que nos permitem o equilíbrio físico, mental e espiritual.

Esquecemos que o organismo humano fica encantado com rotinas e se desenvolve harmoniosamente quando come a horas certas,  faz exercício regularmente e respeita os ritmos de descanso.

Hoje mais que nunca necessitamos de começar o nosso Sādhanā, praticar Yoga, mergulhar nos nossos ritmos internos, expandir a consciência interior.

No fundo, necessitamos primeiro de nos amar a nós.

E só depois, talvez a nossa relação com os outros e com o mundo deixe de ser artificial.

Hoje é o dia para começar o seu Sādhanā.

Atravesamos un tiempo en el que todo cambió, nuestras vidas y rutinas se han visto alteradas.

Más que nunca necesitamos un hilo conductor, una brújula que nos mantenga en el rumbo adecuado, aunque el horizonte no esté todavía a la vista.

Comenzar o retomar el Sādhanā puede ser la luz que te mantenga en el camino adecuado para tus objetivos.

El término Sādhanā sólo tiene significado en el contexto del Yoga. Implica un verdadero y consciente compromiso por parte del estudiante en su desarrollo interior.

El Sādhanā debe adaptarse a las características físicas, mentales y emocionales del practicante, Sadhaka.

Eso significa que cada estudiante debe tener su propia práctica.

La vida es un viaje

El Sādhanā es como un gran viaje del que sabemos donde comenzamos, pero no dónde o cuándo acaba.

En realidad es el viaje de nuestra vida.

El Sādhanā no convierte al practicante en un mero turista de su propia vida, con un billete en la mano, siempre dispuesto y listo para embarcar hacia dos destinos, ignorando el fluir y el pulso de la vida entre estos dos puntos.

El Sādhanā es un viaje que transforma al practicante en un experimentador, en un “vivenciador” de la vida, alguien que está dispuesto a saborear, a envolverse y diluirse con el pulsar de la vida.

En el Sādhanā lo más importante es siempre el viaje y no el destino.
En una primera mirada, el Sādhanā parece un objetivo que queda fuera del radar de su normalidad diaria. Puede parecer algo así como engullir un elefante vivo de una sola vez.

Esta sensación se alimenta por nuestro impulso de progresar bien, deprisa e intensamente como una onda expansiva de explosión espiritual. Queremos practicar diariamente… meditar por la mañana, practicar Ásana en la tarde y Pránáyáma al final del día.

Todo en dosis King Size.

Pequeños pasos, grandes distancias

Para que nuestro esfuerzo dé resultados, tenemos que colocar los pies en la tierra y ser metódicos. Con las debidas distancias, podemos usar como ejemplo, el proceso de entrenamiento de quien pretenda correr una maratón.

Una maratón son 42 km.

Quien pretenda realizar esta prueba debe comenzar por dividir el entrenamiento:

– En pequeños bloques de 3 a 5 km.
– Ajustar la carga de entrenamiento gradualmente, comenzando por 2 veces por semana.
– Variar los estímulos del entrenamiento, dando prioridad a la resistencia con pequeños bloques de alta intensidad.
– No comenzar de inmediato entrenando 20 o 30 kilómetros por día.

Esto parece obvio para cualquiera. Pero a veces en Yoga, el buen sentido se evapora.

Por este motivo, tenemos que ser específicos sobre lo que pretendemos del Yoga en nuestra vida.

Esto es fundamental para simplificar y establecer criterios realistas y factibles para el Sādhanā.

  1. Tenga claro lo que le motiva para la práctica.
  2. Comience por fraccionar el Sādhanā de forma equilibrada entre los días de la semana.
  3. Use el sentido común para que su objetivo sea realizable.
  4. Elija criterios que puedan medirse para comprobar cómo está progresando.
  5. Determine cuando debe comenzar con su Sādhanā.
  6. Establezca un tiempo límite para la práctica.
  7. Tenga claro en su consciencia que el confort y la inteligencia en la práctica son la clave para su armonía interna.

Tome las riendas de su vida, sin disculpas

No busque disculpas para no tomar cuenta de su vida.

Como por ejemplo, querer convencerse de que no le queda tiempo para dedicar a la familia, profesión, etc., y en simultáneo implementar buenos hábitos de vida.

Vivimos con el mundo en la muñeca donde tenemos el reloj para regular artificialmente y arbitrariamente los ritmos de nuestra vida.

Existimos dentro de nuestra cabeza, separados de nuestro cuerpo, alimentando continuamente círculos viciosos de raciocinio que nos dan una falsa sensación de seguridad de ser productivos y de gestionar eficientemente una vida atribulada.

En algún lugar, en un tiempo no muy alejado de nuestra existencia, compramos la patética idea de que nosotros, seres humanos superiores, estamos por encima de los ritmos biológicos que cualquier animal necesita para mantener su equilibrio y eficiencia orgánica.

Ignoramos olímpicamente los ritmos orgánicos internos y externos que nos permiten el equilibrio físico, mental y espiritual.

Olvidamos que al organismo humano le encanta las rutinas y se desarrolla armoniosamente cuando come a horas fijas, hace ejercicio regularmente y respeta los ritmos de descanso.

Hoy más que nunca necesitamos comenzar nuestro Sādhanā, practicar Yoga, profundizar en nuestros ritmos internos, expandir la consciencia interior.

En el fondo, lo primero que necesitamos es amarnos a nosotros mismos.

Y sólo después, tal vez nuestra relación con los otros y con el mundo deje de ser artificial.

Hoy es el día para comenzar su Sādhanā.

Atravessamos um tempo em que tudo mudou, as nossas vidas e rotinas foram alteradas.

Mais do que nunca necessitamos de um fio condutor uma bússola que nos mantenha no rumo certo, mesmo que o horizonte ainda não esteja à vista.

Começar ou regressar ao Sādhanā pode ser a luz que te vai manter no caminho certo para os teus objectivos.

O termo Sādhanā só tem significado no contexto do Yoga. Implica um verdadeiro e consciente compromisso, por parte do estudante, no seu desenvolvimento interior.

O Sādhanā deve ser adaptado às características físicas, mentais e emocionais do praticante, Sadhaka.

Isso significa que cada estudante deve ter a sua própria prática.

A vida é uma Viagem

O Sādhanā é como uma grande viagem em que sabemos onde começamos, mas não onde e quando acaba.

Na verdade é a viagem da nossa vida.

O Sādhanā não torna o praticante num mero turista da própria vida, com um bilhete na mão, sempre pronto e rápido para embarcar entre dois destinos, ignorando o fluir e pulsar da vida entre estes dois pontos.

O Sādhanā é a viagem que transforma o praticante num experienciador, num vivenciador da vida, alguém que está disposto a saborear, a envolver-se e diluir-se com o pulsar da vida.

No Sādhanā o mais importante é sempre a viagem e não o destino. Num primeiro olhar, o Sādhanā parece um objectivo fora do radar de quem tem o seu normal dia a dia. Pode parecer algo como engolir um elefante vivo de uma só vez.

Esta sensação é alimentada pelo nosso impulso de progredir bem, depressa e intensamente, como uma onda avassaladora de explosão espiritual. Queremos praticar diariamente… meditar de manhã, praticar Ásana de tarde e Prãnãyãma ao fim do dia.

Tudo em doses King Size.

Pequenos passos, grandes distâncias

Para que o nosso esforço resulte, temos de colocar os pés na terra e ser metódicos. Com as devidas distâncias podemos usar, por exemplo, o processo de treino para quem pretenda correr a maratona.

A maratona são 42 quilómetros.

Quem pretenda realizar esta prova deve começar por dividir o treino:

  • Em pequenos blocos de 3 a 5 quilómetros.
  • Ajustar a carga de treino gradualmente, começando por duas vezes por semana.
  • Variar os estímulos de treino, dando prioridade à resistência com pequenos blocos de alta intensidade.
  • Não começa logo a treinar 20 ou 30 quilómetros por dia.

Isto parece óbvio a qualquer um. Mas por vezes, no Yoga, este bom senso evapora-se.

Por este motivo, temos de ser específicos sobre o que pretendemos do Yoga na nossa vida.

Isto é fundamental para simplificar e estabelecer critérios realistas e exequíveis para o Sādhanā.

  1. Tenha claro o que o motiva para a prática.
  2. Comece por dividir o Sādhanā harmoniosamente pelos dias da semana.
  3. Use o bom senso para que o seu objectivo seja realizável.
  4. Arranje critérios que possam ser mensuráveis para verificar como está a progredir.
  5. Determine quando deve começar o seu Sādhanā.
  6. Estabeleça um tempo limite para a prática.
  7. Tenha claro na sua consciência que o conforto e inteligência na prática é a chave para a sua harmonia interior.

Sem desculpas, tome as rédeas da sua vida

Não arranje desculpas para não tomar conta da sua vida.

Como, por exemplo, querer convencer-se de que não sobra tempo para se dedicar à família, profissão, etc., e em simultâneo implementar bons hábitos de vida.

Vivemos com o mundo no pulso, onde temos o relógio para regular artificialmente e arbitrariamente os ritmos da nossa vida.

Existimos dentro da nossa cabeça separados do corpo, alimentando continuamente círculos viciados de raciocínio que nos dão uma falsa sensação de segurança de sermos produtivos e gerirmos eficientemente uma vida atribulada.

Algures, num tempo não muito distante da nossa existência, compramos a patética ideia de que nós, seres humanos superiores, estamos acima dos ritmos biológicos que qualquer animal necessita para manter o seu equilíbrio e eficiência orgânica.

Ignoramos olimpicamente os ritmos orgânicos, internos e externos, que nos permitem o equilíbrio físico, mental e espiritual.

Esquecemos que o organismo humano fica encantado com rotinas e se desenvolve harmoniosamente quando come a horas certas,  faz exercício regularmente e respeita os ritmos de descanso.

Hoje mais que nunca necessitamos de começar o nosso Sādhanā, praticar Yoga, mergulhar nos nossos ritmos internos, expandir a consciência interior.

No fundo, necessitamos primeiro de nos amar a nós.

E só depois, talvez a nossa relação com os outros e com o mundo deixe de ser artificial.

Hoje é o dia para começar o seu Sādhanā.

Atravessamos um tempo em que tudo mudou, as nossas vidas e rotinas foram alteradas.

Mais do que nunca necessitamos de um fio condutor uma bússola que nos mantenha no rumo certo, mesmo que o horizonte ainda não esteja à vista.

Começar ou regressar ao Sādhanā pode ser a luz que te vai manter no caminho certo para os teus objectivos.

O termo Sādhanā só tem significado no contexto do Yoga. Implica um verdadeiro e consciente compromisso, por parte do estudante, no seu desenvolvimento interior.

O Sādhanā deve ser adaptado às características físicas, mentais e emocionais do praticante, Sadhaka.

Isso significa que cada estudante deve ter a sua própria prática.

A vida é uma Viagem

O Sādhanā é como uma grande viagem em que sabemos onde começamos, mas não onde e quando acaba.

Na verdade é a viagem da nossa vida.

O Sādhanā não torna o praticante num mero turista da própria vida, com um bilhete na mão, sempre pronto e rápido para embarcar entre dois destinos, ignorando o fluir e pulsar da vida entre estes dois pontos.

O Sādhanā é a viagem que transforma o praticante num experienciador, num vivenciador da vida, alguém que está disposto a saborear, a envolver-se e diluir-se com o pulsar da vida.

No Sādhanā o mais importante é sempre a viagem e não o destino. Num primeiro olhar, o Sādhanā parece um objectivo fora do radar de quem tem o seu normal dia a dia. Pode parecer algo como engolir um elefante vivo de uma só vez.

Esta sensação é alimentada pelo nosso impulso de progredir bem, depressa e intensamente, como uma onda avassaladora de explosão espiritual. Queremos praticar diariamente… meditar de manhã, praticar Ásana de tarde e Prãnãyãma ao fim do dia.

Tudo em doses King Size.

Pequenos passos, grandes distâncias

Para que o nosso esforço resulte, temos de colocar os pés na terra e ser metódicos. Com as devidas distâncias podemos usar, por exemplo, o processo de treino para quem pretenda correr a maratona.

A maratona são 42 quilómetros.

Quem pretenda realizar esta prova deve começar por dividir o treino:

  • Em pequenos blocos de 3 a 5 quilómetros.
  • Ajustar a carga de treino gradualmente, começando por duas vezes por semana.
  • Variar os estímulos de treino, dando prioridade à resistência com pequenos blocos de alta intensidade.
  • Não começa logo a treinar 20 ou 30 quilómetros por dia.

Isto parece óbvio a qualquer um. Mas por vezes, no Yoga, este bom senso evapora-se.

Por este motivo, temos de ser específicos sobre o que pretendemos do Yoga na nossa vida.

Isto é fundamental para simplificar e estabelecer critérios realistas e exequíveis para o Sādhanā.

  1. Tenha claro o que o motiva para a prática.
  2. Comece por dividir o Sādhanā harmoniosamente pelos dias da semana.
  3. Use o bom senso para que o seu objectivo seja realizável.
  4. Arranje critérios que possam ser mensuráveis para verificar como está a progredir.
  5. Determine quando deve começar o seu Sādhanā.
  6. Estabeleça um tempo limite para a prática.
  7. Tenha claro na sua consciência que o conforto e inteligência na prática é a chave para a sua harmonia interior.

Sem desculpas, tome as rédeas da sua vida

Não arranje desculpas para não tomar conta da sua vida.

Como, por exemplo, querer convencer-se de que não sobra tempo para se dedicar à família, profissão, etc., e em simultâneo implementar bons hábitos de vida.

Vivemos com o mundo no pulso, onde temos o relógio para regular artificialmente e arbitrariamente os ritmos da nossa vida.

Existimos dentro da nossa cabeça separados do corpo, alimentando continuamente círculos viciados de raciocínio que nos dão uma falsa sensação de segurança de sermos produtivos e gerirmos eficientemente uma vida atribulada.

Algures, num tempo não muito distante da nossa existência, compramos a patética ideia de que nós, seres humanos superiores, estamos acima dos ritmos biológicos que qualquer animal necessita para manter o seu equilíbrio e eficiência orgânica.

Ignoramos olimpicamente os ritmos orgânicos, internos e externos, que nos permitem o equilíbrio físico, mental e espiritual.

Esquecemos que o organismo humano fica encantado com rotinas e se desenvolve harmoniosamente quando come a horas certas,  faz exercício regularmente e respeita os ritmos de descanso.

Hoje mais que nunca necessitamos de começar o nosso Sādhanā, praticar Yoga, mergulhar nos nossos ritmos internos, expandir a consciência interior.

No fundo, necessitamos primeiro de nos amar a nós.

E só depois, talvez a nossa relação com os outros e com o mundo deixe de ser artificial.

Hoje é o dia para começar o seu Sādhanā.

Atravessamos um tempo em que tudo mudou, as nossas vidas e rotinas foram alteradas.

Mais do que nunca necessitamos de um fio condutor uma bússola que nos mantenha no rumo certo, mesmo que o horizonte ainda não esteja à vista.

Começar ou regressar ao Sādhanā pode ser a luz que te vai manter no caminho certo para os teus objectivos.

O termo Sādhanā só tem significado no contexto do Yoga. Implica um verdadeiro e consciente compromisso, por parte do estudante, no seu desenvolvimento interior.

O Sādhanā deve ser adaptado às características físicas, mentais e emocionais do praticante, Sadhaka.

Isso significa que cada estudante deve ter a sua própria prática.

A vida é uma Viagem

O Sādhanā é como uma grande viagem em que sabemos onde começamos, mas não onde e quando acaba.

Na verdade é a viagem da nossa vida.

O Sādhanā não torna o praticante num mero turista da própria vida, com um bilhete na mão, sempre pronto e rápido para embarcar entre dois destinos, ignorando o fluir e pulsar da vida entre estes dois pontos.

O Sādhanā é a viagem que transforma o praticante num experienciador, num vivenciador da vida, alguém que está disposto a saborear, a envolver-se e diluir-se com o pulsar da vida.

No Sādhanā o mais importante é sempre a viagem e não o destino. Num primeiro olhar, o Sādhanā parece um objectivo fora do radar de quem tem o seu normal dia a dia. Pode parecer algo como engolir um elefante vivo de uma só vez.

Esta sensação é alimentada pelo nosso impulso de progredir bem, depressa e intensamente, como uma onda avassaladora de explosão espiritual. Queremos praticar diariamente… meditar de manhã, praticar Ásana de tarde e Prãnãyãma ao fim do dia.

Tudo em doses King Size.

Pequenos passos, grandes distâncias

Para que o nosso esforço resulte, temos de colocar os pés na terra e ser metódicos. Com as devidas distâncias podemos usar, por exemplo, o processo de treino para quem pretenda correr a maratona.

A maratona são 42 quilómetros.

Quem pretenda realizar esta prova deve começar por dividir o treino:

  • Em pequenos blocos de 3 a 5 quilómetros.
  • Ajustar a carga de treino gradualmente, começando por duas vezes por semana.
  • Variar os estímulos de treino, dando prioridade à resistência com pequenos blocos de alta intensidade.
  • Não começa logo a treinar 20 ou 30 quilómetros por dia.

Isto parece óbvio a qualquer um. Mas por vezes, no Yoga, este bom senso evapora-se.

Por este motivo, temos de ser específicos sobre o que pretendemos do Yoga na nossa vida.

Isto é fundamental para simplificar e estabelecer critérios realistas e exequíveis para o Sādhanā.

  1. Tenha claro o que o motiva para a prática.
  2. Comece por dividir o Sādhanā harmoniosamente pelos dias da semana.
  3. Use o bom senso para que o seu objectivo seja realizável.
  4. Arranje critérios que possam ser mensuráveis para verificar como está a progredir.
  5. Determine quando deve começar o seu Sādhanā.
  6. Estabeleça um tempo limite para a prática.
  7. Tenha claro na sua consciência que o conforto e inteligência na prática é a chave para a sua harmonia interior.

Sem desculpas, tome as rédeas da sua vida

Não arranje desculpas para não tomar conta da sua vida.

Como, por exemplo, querer convencer-se de que não sobra tempo para se dedicar à família, profissão, etc., e em simultâneo implementar bons hábitos de vida.

Vivemos com o mundo no pulso, onde temos o relógio para regular artificialmente e arbitrariamente os ritmos da nossa vida.

Existimos dentro da nossa cabeça separados do corpo, alimentando continuamente círculos viciados de raciocínio que nos dão uma falsa sensação de segurança de sermos produtivos e gerirmos eficientemente uma vida atribulada.

Algures, num tempo não muito distante da nossa existência, compramos a patética ideia de que nós, seres humanos superiores, estamos acima dos ritmos biológicos que qualquer animal necessita para manter o seu equilíbrio e eficiência orgânica.

Ignoramos olimpicamente os ritmos orgânicos, internos e externos, que nos permitem o equilíbrio físico, mental e espiritual.

Esquecemos que o organismo humano fica encantado com rotinas e se desenvolve harmoniosamente quando come a horas certas,  faz exercício regularmente e respeita os ritmos de descanso.

Hoje mais que nunca necessitamos de começar o nosso Sādhanā, praticar Yoga, mergulhar nos nossos ritmos internos, expandir a consciência interior.

No fundo, necessitamos primeiro de nos amar a nós.

E só depois, talvez a nossa relação com os outros e com o mundo deixe de ser artificial.

Hoje é o dia para começar o seu Sādhanā.

fevereiro 15, 2021 Yoga


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